Angústia. Melancolia.
Negativas que não.
Chegam suavemente em teus pensamentos e te fazem companhia.
As falhas são seu mar, e são navegadas em gôndolas elegantes e sutis.
Teus planos, feitos ou não, falham. Tuas atitudes, tentativas, rascunhos...
Tudo falha, pensado ou manifestado, em todos os planos possíveis.
A perfeição inexiste e as possibilidades são infinitas.
A certeza fixa é que mais de uma guia à falha. E essa, àquelas.
Quando inavegável por excesso de embarcações, a Mediocridade acena.
E mesmo quando ela é sua amiga íntima, ainda há chances.
Quem não se deleita na prazerosa dor criativa, a nega.
E ela sabe retribuir.
terça-feira, maio 18, 2010
quinta-feira, abril 15, 2010
Otimidade
A melhoria nem sempre importa, a qualidade não se aprofunda.
O mais fácil, simples, rápido. O mais corrido.
A diluição exagerada e efetiva em prol da maioria. A contaminação.
A dificuldade em obter disciplina se equivale ao inverso do nível de heroísmo de saber lutar consigo.
O aclive é extraordinário, o declive é o padrão.
O mais fácil, simples, rápido. O mais corrido.
A diluição exagerada e efetiva em prol da maioria. A contaminação.
A dificuldade em obter disciplina se equivale ao inverso do nível de heroísmo de saber lutar consigo.
O aclive é extraordinário, o declive é o padrão.
sábado, novembro 28, 2009
Fragilidade
Felicidade, essa é a palavra.
Mas em sua titânica vastidão não cabe um pequeno texto sobre nada.
Estou insatisfeito como já estive, mas o que me incomoda é esse contexto que se confunde com meu cotidiano.
Estou incomodado com o alheio que se alocou em níveis profundos de irritação, e o que me tranquiliza é a insignificante ou inexistente crença no tempo.
Me irrita, sim, fatos que me influem quando eu deveria me ausentar e largar às moscas o que pertence a elas.
Decepção, desgosto, desespero.
Felicidade. Essa é a palavra.
Tão absurdamente frágil em seu objeto quanto o tamanho do seu campo de abrangência.
Mas em sua titânica vastidão não cabe um pequeno texto sobre nada.
Estou insatisfeito como já estive, mas o que me incomoda é esse contexto que se confunde com meu cotidiano.
Estou incomodado com o alheio que se alocou em níveis profundos de irritação, e o que me tranquiliza é a insignificante ou inexistente crença no tempo.
Me irrita, sim, fatos que me influem quando eu deveria me ausentar e largar às moscas o que pertence a elas.
Decepção, desgosto, desespero.
Felicidade. Essa é a palavra.
Tão absurdamente frágil em seu objeto quanto o tamanho do seu campo de abrangência.
sábado, setembro 12, 2009
Outrora Inebriante
Indireta é algo tão inútil, bobo, covarde.
Se quer saber se algo é inocente ou intencional, pergunte diretamente.
Mantenha seus assuntos internos, internos. Divulgá-los aos ventos enquanto só dois ou três riem é intolerável, ridículo, babaca.
Enquanto isso, fique com minha indiferença.
E agradeça, poderia usar outras maneiras mais intragáveis que essa.
Se quer saber se algo é inocente ou intencional, pergunte diretamente.
Mantenha seus assuntos internos, internos. Divulgá-los aos ventos enquanto só dois ou três riem é intolerável, ridículo, babaca.
Enquanto isso, fique com minha indiferença.
E agradeça, poderia usar outras maneiras mais intragáveis que essa.
quarta-feira, setembro 09, 2009
Memento cliché
Vestida da cor que os olhos lhe derem, se porta como dama eterna da verdade absoluta, mas é só de nuvem de questões que não aprendeu a ser céu aberto.
Esconde-se em redoma de vidro, se fragiliza isolada da liberdade em falsa segurança - e parece gostar da ilusão de ter um mundo.
Se tudo lhe é prejudicial, que lhe venha a ferida que ensina. Seu erro é fatal, mas você não erra em sua perfeição definida.
O culpado é seu escravo que não se vê como senhor.
Esconde-se em redoma de vidro, se fragiliza isolada da liberdade em falsa segurança - e parece gostar da ilusão de ter um mundo.
Se tudo lhe é prejudicial, que lhe venha a ferida que ensina. Seu erro é fatal, mas você não erra em sua perfeição definida.
O culpado é seu escravo que não se vê como senhor.
domingo, julho 26, 2009
Limite imposto
Cidade dos muros altos e espinhos intimidadores, dos executivos e mendigos imundos, de quem são seus conceitos?
O essencial é social, a mistura gera pressão e o rendimento se transforma em banalização.
Pedaço de biosfera urbana que sou - dizem-me humano - desfaço meu DNA em solução alcalina e peço que me suportem até o fim.
O essencial é social, a mistura gera pressão e o rendimento se transforma em banalização.
Pedaço de biosfera urbana que sou - dizem-me humano - desfaço meu DNA em solução alcalina e peço que me suportem até o fim.
sábado, maio 02, 2009
Frívolo
Me drene.
Roube o que há de espesso e expresso,
O que sobrou de líquido e espírito,
Mas não leve o meu vazio.
Me peça.
Alguns favores e outros mais,
Fechaduras, cofres, carros-fortes,
Mas as chaves eu não entrego.
Me note.
Não sou elogios e elegias distorcidas,
Sou reta distorção.
Não me veja.
Pela matéria reflito o que não quero,
E o sensível é o que se perde.
Roube o que há de espesso e expresso,
O que sobrou de líquido e espírito,
Mas não leve o meu vazio.
Me peça.
Alguns favores e outros mais,
Fechaduras, cofres, carros-fortes,
Mas as chaves eu não entrego.
Me note.
Não sou elogios e elegias distorcidas,
Sou reta distorção.
Não me veja.
Pela matéria reflito o que não quero,
E o sensível é o que se perde.
quinta-feira, abril 09, 2009
Inconsistência
Meu corpo, máquina perfeita e frágil, funciona melhor que a desordem da minha mente e é ainda controlado por ela. Todos esses movimentos descontrolados e organizados se mostram mais próximos do pensamento do que a chamada racionalidade. Mas é exatamente essa essência automática que eu nego para mim.
Prefiro contrariar os movimentos cotidianos e idênticos aos da maioria que acontecem internamente e aceitar o caos como patamar padrão. No entanto, essa negação é inconsistente, é como algo mecânico querendo ser elétrico.
Essa inconsistência é logicamente ridícula, mas eu não sigo essa lógica genial.
A mim parece plausível.
Prefiro contrariar os movimentos cotidianos e idênticos aos da maioria que acontecem internamente e aceitar o caos como patamar padrão. No entanto, essa negação é inconsistente, é como algo mecânico querendo ser elétrico.
Essa inconsistência é logicamente ridícula, mas eu não sigo essa lógica genial.
A mim parece plausível.
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Chamam-te Olhos
Minha diminuta importância diante de tudo que me circula, mantém-me tão limitado quanto uma tira vermelha em um pacote de bolachas. Se me puxam, abre ao resto. Se me mantém, apodrece intacto. O que seria pior?
Presença sequer notada na multidão - e sem motivo para ser - que vê a mesma com olhos assustados escondidos atrás da carne que envolve a face externa, que demonstra, com algum sucesso, o que é preferido pelos transeúntes. Ou o inverso, ou alguma terceira opção.
E a distância entre tudo e eu envolve-se do destilado vazio vacuoso e estufa-se de confortável e macia coisa nenhuma, como se todas as coisas fossem importantes demais para se aproximarem. Porém essa sensação de repulsa que nunca me deram, e sempre apliquei como presente, corre no âmago da minha auto-estima deturpada por um mundo que nunca teve a intenção de fazer-me mal. Quem é pior?
É então visão, que de tão interna nomeia-se visceral, regada por sangue e gás e excretas em excesso recebidas desmedida e desfiltradamente, que eu digo com algum orgulho: minha.
Presença sequer notada na multidão - e sem motivo para ser - que vê a mesma com olhos assustados escondidos atrás da carne que envolve a face externa, que demonstra, com algum sucesso, o que é preferido pelos transeúntes. Ou o inverso, ou alguma terceira opção.
E a distância entre tudo e eu envolve-se do destilado vazio vacuoso e estufa-se de confortável e macia coisa nenhuma, como se todas as coisas fossem importantes demais para se aproximarem. Porém essa sensação de repulsa que nunca me deram, e sempre apliquei como presente, corre no âmago da minha auto-estima deturpada por um mundo que nunca teve a intenção de fazer-me mal. Quem é pior?
É então visão, que de tão interna nomeia-se visceral, regada por sangue e gás e excretas em excesso recebidas desmedida e desfiltradamente, que eu digo com algum orgulho: minha.
sexta-feira, dezembro 19, 2008
Regiane, 20 anos
O post a seguir é baseado em fatos reais ocorridos no dia 07 de dezembro de 2008.
Cozinha, fome.
Algum grunhido vindo do portão, cachorros latem.
Verificação de praxe: "Não deve ser nada."
Eis que surge, no meio do meu quintal, um ser. Um ser digno de medo, mas a defesa do patrimônio da minha família sôou mais alto.
"O que é isso, caralho!?", seguido de um "Me ajuda, moço."
Aproximei-me, notei sangue seco na careta quase natural daquele monstro. Aquilo virou de costas fazendo algo como um "tsc" e levantando a mão como quem demonstra indignação. Quem deveria estar indignado até então?
Camisa larga e grande assim como a bermuda surrada. Blusa servindo para limpar o sangue, enrolada.
Sentou no chão, apoiou as costas no muro. Novamente me aproximo, inseguro: "O que aconteceu, cara?"
"Sou menina, moço."
O bicho, meu Deus, era uma mulher.
Foi com amigos a Nazaré, não quis dar e levou pé (e mão também). Estavam em três homens e quatro garotas. Aconteceu o mesmo com uma segunda, mas morava mais perto e se arranjou. Não me pergunte porque não a acompanhou.
"Me deixaram perto daquele bosque* alí", disse mais tarde. Veio andando e pedindo ajuda. Nada. Achou uma casa aberta, oferecendo entrada. No desespero, entrou calada.
Chamei meu amigo Rafael, que prestou ajuda (tanto a mim quanto a ela). Minha prima passou na rua, viu e estranhou, entrou e perguntou o que houve.
Após alguma enrolação, ela lavou o rosto no tanque. Fedia pinga. Enquanto a vigiavam, eu me arrumava para levá-la ao ponto de ônibus. "Me deixando no metrô eu já consigo me virar". Deixando coisas de valor em casa, tranquei o portão e descemos a avenida. Perguntas simples pelo caminho para conhecer melhor a intrometida. Mora(va) em São Domingos/SP. Disse que tinha que ir até a estação Jabaquara, mas deve ter confundido com Barra Funda.
Queria ir até o metrô Armênia, mas o ponto é mais longe e mais vazio. Decidimos colocá-la no ônibus para o Tucuruvi, mesma linha, sem problemas. Chegando lá, mais algumas perguntas e silêncio. Sentou de novo no chão.
"Tem certeza que esse ônibus passa aqui?"
[...]
"Acho que não passa não."
[...]
"Regiane, 20 anos."
[...]
"Tá demorando muito."
[...]
Levanta, faz o mesmo gesto de indignação já feito antes e movimenta a boca enquanto o trânsito come o som. Foi andando para o lado contrário.
Eu e meu amigo desistimos dela e voltamos para casa.
E então o Gran Finale: o ônibus passou logo depois que atravessamos a avenida.
______________________________
*aka Calipau (Vila Fátima - Guarulhos)
Cozinha, fome.
Algum grunhido vindo do portão, cachorros latem.
Verificação de praxe: "Não deve ser nada."
Eis que surge, no meio do meu quintal, um ser. Um ser digno de medo, mas a defesa do patrimônio da minha família sôou mais alto.
"O que é isso, caralho!?", seguido de um "Me ajuda, moço."
Aproximei-me, notei sangue seco na careta quase natural daquele monstro. Aquilo virou de costas fazendo algo como um "tsc" e levantando a mão como quem demonstra indignação. Quem deveria estar indignado até então?
Camisa larga e grande assim como a bermuda surrada. Blusa servindo para limpar o sangue, enrolada.
Sentou no chão, apoiou as costas no muro. Novamente me aproximo, inseguro: "O que aconteceu, cara?"
"Sou menina, moço."
O bicho, meu Deus, era uma mulher.
Foi com amigos a Nazaré, não quis dar e levou pé (e mão também). Estavam em três homens e quatro garotas. Aconteceu o mesmo com uma segunda, mas morava mais perto e se arranjou. Não me pergunte porque não a acompanhou.
"Me deixaram perto daquele bosque* alí", disse mais tarde. Veio andando e pedindo ajuda. Nada. Achou uma casa aberta, oferecendo entrada. No desespero, entrou calada.
Chamei meu amigo Rafael, que prestou ajuda (tanto a mim quanto a ela). Minha prima passou na rua, viu e estranhou, entrou e perguntou o que houve.
Após alguma enrolação, ela lavou o rosto no tanque. Fedia pinga. Enquanto a vigiavam, eu me arrumava para levá-la ao ponto de ônibus. "Me deixando no metrô eu já consigo me virar". Deixando coisas de valor em casa, tranquei o portão e descemos a avenida. Perguntas simples pelo caminho para conhecer melhor a intrometida. Mora(va) em São Domingos/SP. Disse que tinha que ir até a estação Jabaquara, mas deve ter confundido com Barra Funda.
Queria ir até o metrô Armênia, mas o ponto é mais longe e mais vazio. Decidimos colocá-la no ônibus para o Tucuruvi, mesma linha, sem problemas. Chegando lá, mais algumas perguntas e silêncio. Sentou de novo no chão.
"Tem certeza que esse ônibus passa aqui?"
[...]
"Acho que não passa não."
[...]
"Regiane, 20 anos."
[...]
"Tá demorando muito."
[...]
Levanta, faz o mesmo gesto de indignação já feito antes e movimenta a boca enquanto o trânsito come o som. Foi andando para o lado contrário.
Eu e meu amigo desistimos dela e voltamos para casa.
E então o Gran Finale: o ônibus passou logo depois que atravessamos a avenida.
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*aka Calipau (Vila Fátima - Guarulhos)
domingo, julho 27, 2008
Crosta
Justificativas são insensatas, insensíveis e inumanas.
Qualquer derivado do radical just- tem as mesmas características.
Ser humano é ser individual, é dividir-se somente em Si-mesmo e Mundo. Essa é a ordem natural das coisas.
Estou bebendo de meu próprio sono, e tem teor alcoólico. Mas nem por isso perdi a consciência. Infelizmente.
Qualquer derivado do radical just- tem as mesmas características.
Ser humano é ser individual, é dividir-se somente em Si-mesmo e Mundo. Essa é a ordem natural das coisas.
Estou bebendo de meu próprio sono, e tem teor alcoólico. Mas nem por isso perdi a consciência. Infelizmente.
terça-feira, julho 22, 2008
Heaven or Hell?
Ao entrar num túnel, geralmente você imagina o que estará do outro lado. Mas quando esse final é incerto é um risco que você pode ter, ou não.
A luz pode ser vista, mas a distância é incalculável. Desde que as conseqüências sejam assumidas, continue em frente. Entretanto o imprevisto sempre está por perto e os planos podem mudar completamente.
Toda incerteza exige um desafio.
A luz pode ser vista, mas a distância é incalculável. Desde que as conseqüências sejam assumidas, continue em frente. Entretanto o imprevisto sempre está por perto e os planos podem mudar completamente.
Toda incerteza exige um desafio.
sábado, julho 05, 2008
Mensonge
Se algo é individual, que continue a ser assim.
Confiança é raridade que deve ser compartilhada consigo mesmo; ao sair de sua boca passa a ser do mundo e o mundo não tem noção ou limites.
O mundo não entende a redoma interna que são seus pensamentos, tudo o que sabe são histórias contadas e julgamentos que ele mesmo faz.
Julgamentos são sempre incompletos;
Opiniões devem ser mantidas;
Explicitude só em pornô.
Confiança é raridade que deve ser compartilhada consigo mesmo; ao sair de sua boca passa a ser do mundo e o mundo não tem noção ou limites.
O mundo não entende a redoma interna que são seus pensamentos, tudo o que sabe são histórias contadas e julgamentos que ele mesmo faz.
Julgamentos são sempre incompletos;
Opiniões devem ser mantidas;
Explicitude só em pornô.
domingo, junho 29, 2008
Fim de Domingo
O dia amanhece e ruma ao crepúsculo. E vem a noite e a lua.
Ontem acabou uma semana e o descanso tornou-se patológico.
Hoje acabou o humor, o sorriso desmancha em desânimo.
Amanhã é mais um dia de outros seis que virão.
Arraste-se, mas vá em frente.
Ontem acabou uma semana e o descanso tornou-se patológico.
Hoje acabou o humor, o sorriso desmancha em desânimo.
Amanhã é mais um dia de outros seis que virão.
Arraste-se, mas vá em frente.
quinta-feira, junho 26, 2008
Atrás do vidro da porta
Distorção, repetição, confusão.
Desconfiança, insegurança, uma sombra!
Questionamento, análise, indução ao negativismo;
Ascender, acender, abrir.
A realidade é mais plana do que se imagina.
Desconfiança, insegurança, uma sombra!
Questionamento, análise, indução ao negativismo;
Ascender, acender, abrir.
A realidade é mais plana do que se imagina.
sexta-feira, junho 13, 2008
A Negatividade Além do Mundo.
E foi a favor de todo minuto desperdiçado que tentei por na prensa uma luz; luzes não são comprimidas. Não assim.
Inegavelmente um universo contém o seu inverso.
Não há macro, não há micro. O que há é o que se fala, além disso é especulação.
E no fim, nada resta senão o fim. Recomeços não existem, nada começa de novo: simplesmente começa um novo.
Não há pedidos nem desejos. Não há o haver.
A compressão periódica do tempo físico volta a atacar.
Inegavelmente um universo contém o seu inverso.
Não há macro, não há micro. O que há é o que se fala, além disso é especulação.
E no fim, nada resta senão o fim. Recomeços não existem, nada começa de novo: simplesmente começa um novo.
Não há pedidos nem desejos. Não há o haver.
A compressão periódica do tempo físico volta a atacar.
quarta-feira, maio 28, 2008
Math
(Mexendo nos meus CDs antigos, eis que eu acho um .txt de Abr/2007:)
Relação recíproca de igualdade(, fraternidade e liberdade?)
(sqrt)9 = 3
Transformação da igualdade real em igualdade(, fraternidade e liberdade!) aparente
3 = 3
Preconcepção da idéia ocular visando um resultado único e subjetivamente igual(, fraterno e liberto)
3
2 + 1 = 3 ? Não!
3 = 1 + 2 ? NÃO!
2 + 1 = 2 + 1 !
3 = 3 !
- Me nego a não me contrariar.
- Mas isso fere a Lei Y do seu mapa astral que diz que você é uma pessoa orgulhosa e se nega a se contrariar. Você pode ser preso (por que? por quem? por quem/x/y/z?).
- Me nego a minha negação imposta pelos planetas no dia em que saí do genital da minha mamãe!
- Seu futuro é triste, devo ter pena?
- Seu mundo é triste, devo chamar-lhe coitado?
- Seu mundo inexiste.
- Seu mundo existe?
- Mundo?
- Seu!
Seu eus sue esu ues use, use, use.
Use e abuse e volte no nosso humilde comércio e consuma.
Comsuna somcuna soncuma consuma, suma, suma.
Suma, emagreça em (h)um mês regido por Vênus ou Saturno. Sinta-se melhor.
Melhor, mElhor, M(Olhe)r.
Olhe e veja, olhe e compare: 1 + 2 = 3
Eureka!
Relação recíproca de igualdade(, fraternidade e liberdade?)
(sqrt)9 = 3
Transformação da igualdade real em igualdade(, fraternidade e liberdade!) aparente
3 = 3
Preconcepção da idéia ocular visando um resultado único e subjetivamente igual(, fraterno e liberto)
3
2 + 1 = 3 ? Não!
3 = 1 + 2 ? NÃO!
2 + 1 = 2 + 1 !
3 = 3 !
- Me nego a não me contrariar.
- Mas isso fere a Lei Y do seu mapa astral que diz que você é uma pessoa orgulhosa e se nega a se contrariar. Você pode ser preso (por que? por quem? por quem/x/y/z?).
- Me nego a minha negação imposta pelos planetas no dia em que saí do genital da minha mamãe!
- Seu futuro é triste, devo ter pena?
- Seu mundo é triste, devo chamar-lhe coitado?
- Seu mundo inexiste.
- Seu mundo existe?
- Mundo?
- Seu!
Seu eus sue esu ues use, use, use.
Use e abuse e volte no nosso humilde comércio e consuma.
Comsuna somcuna soncuma consuma, suma, suma.
Suma, emagreça em (h)um mês regido por Vênus ou Saturno. Sinta-se melhor.
Melhor, mElhor, M(Olhe)r.
Olhe e veja, olhe e compare: 1 + 2 = 3
Eureka!
quarta-feira, maio 21, 2008
Vosso âmago
Seja o primeiro a criar e terá a verdade. Contudo a criação é desnecessária, seja o primeiro a sacar e terá a vida do seu oponente.
A reciprocidade é doentia e pode destruir continentes. Não, a falta dela o faz. Ou ambos, ou nenhum. Ou não.
A veracidade dos fatos é medida de acordo com o peso do argumento. L'esprit d'escalier court après l'homme.
Inocente é quem não sabe ou sabe e não sabe usar.
Inocente é quem usa e não percebe.
Inocência não existe senão fora dela mesma.
A doce inocência é pensar e acreditar em utopias.
Esqueça que é humano e prossiga na evolução real.
A reciprocidade é doentia e pode destruir continentes. Não, a falta dela o faz. Ou ambos, ou nenhum. Ou não.
A veracidade dos fatos é medida de acordo com o peso do argumento. L'esprit d'escalier court après l'homme.
Inocente é quem não sabe ou sabe e não sabe usar.
Inocente é quem usa e não percebe.
Inocência não existe senão fora dela mesma.
A doce inocência é pensar e acreditar em utopias.
Esqueça que é humano e prossiga na evolução real.
terça-feira, maio 20, 2008
sábado, maio 17, 2008
Epístola aos Afogados
Saudações, Seres Impuros!
Afasto-me de vossa ausência de luz por motivos óbvios, mas não acheis que vos temo ou que sinta asco por vós. Pelo contrário, há ainda um certo orgulho de poder chegar aqui e falar-vos que não participo de vossa horda.
Há muita honra em perder-se sabendo o caminho de volta, claro que há. Tento mandar luz refletida num papel branco, mas toda tentativa é falha. Até onde sois capazes de suportar vosso próprio lamaçal?
Mando-vos esta humilde mensagem sem propósito por um motivo: não o há senão a ele mesmo! Confiai, crianças, talvez seja melhor que engolir desse esterco fresco o qual nivela em vosso queixo. Gostaria de dar uma mão, se vosso egoismo não fosse me puxar para vossa podridão. Por este motivo prefiro usar de todas as palavras de nosso idioma e berrá-las para fazerdes ouvir a sussurrá-las em vosso ouvido entupido e estúpido.
Porém, do maior nivel de profundidade de minha sinceridade, grito: continuei, continuei! Pode ser que meu ponto de vista não seja mais do que um véu fétido.
Afasto-me de vossa ausência de luz por motivos óbvios, mas não acheis que vos temo ou que sinta asco por vós. Pelo contrário, há ainda um certo orgulho de poder chegar aqui e falar-vos que não participo de vossa horda.
Há muita honra em perder-se sabendo o caminho de volta, claro que há. Tento mandar luz refletida num papel branco, mas toda tentativa é falha. Até onde sois capazes de suportar vosso próprio lamaçal?
Mando-vos esta humilde mensagem sem propósito por um motivo: não o há senão a ele mesmo! Confiai, crianças, talvez seja melhor que engolir desse esterco fresco o qual nivela em vosso queixo. Gostaria de dar uma mão, se vosso egoismo não fosse me puxar para vossa podridão. Por este motivo prefiro usar de todas as palavras de nosso idioma e berrá-las para fazerdes ouvir a sussurrá-las em vosso ouvido entupido e estúpido.
Porém, do maior nivel de profundidade de minha sinceridade, grito: continuei, continuei! Pode ser que meu ponto de vista não seja mais do que um véu fétido.
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